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Hospitalidade

HomeHospitalidadeHospitalidade Verso e Prosa
HomeHospitalidadeHospitalidade Verso e Prosa

Nas entrelinhas de poetas, escritores e pessoas inspiradoras..

Dimensão da Hospitalidade

Geraldo Castelli

 "O ato da hospitalidade implica não somente a abertura de espaços físicos, mas também a abertura de espaços emocionais e intelectuais."

Hospitalidade duradoura

Beatriz Cullen

 "A hospitalidade é um meio de buscar a sustentabilidade das relações ( aprender a conviver e crescer)."

Encantamento

Carlos Moraes

 Uma vez eu estava no Pacaembú e não queria acreditar no que via: um cego, Seu Didi, conduzido pela noiva Lúcia, para assistir a um jogo do Corinthians.  Um cego num jogo de futebol?  Eu corri até eles, cheguei lá e disse:

- "Seu Didi, como é que o senhor que é cego vem assistir ao jogo?

- "O Senhor é daqui"?

- "Não, sou gaúcho."

- É porque o senhor não sabe o que é o Corinthians. Eu venho aqui pela comunhão: na hora do gol do Corinthians todo mundo se abraça e não olha para quem.   Na hora do gol do Corinthians, todo mundo fica chego."

Coisas da Terra

Douglas Melo.


"Da gente simples meio do sertão.
Espere amor, hospitalidade e generosidade
dos filhos deste solo.

Experimente o cuscuz, o leite e o rubacão.
Dance e se diverta em noites
de Santo Antônio, São Pedro e São João.
Tem canjiquinha, milho verde e algodão.

Tem gente festeira, animada, bonita e tem emoção.
Fala mais alto o amor do seu povo por este chão.
Da raiz alagoana a alma brasileira fulgura.
Ao som de Fanfarras, Pássaros e solidão.

No alto das pedras desta terra
a imagem de Deus se Fez revelar.
Que um lugar simples como Ouro Branco
pode-se extrair a alma de poeta em qualquer lugar."

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Hospitalidade

Jayme Caetano Braun

No linguajar barbaresco
E xucro da minha gente
Teu sentido é diferente,
Substantivo bendito,
Pois desde o primeiro grito
De "o de casa" dado aquí,
O Rio Grande fez de ti
o mais sacrossanto rito!

Não há rancho miserável
Da nossa terra querida,
Onde não sejas cumprida
No mais campeiro rigor,
Porque Deus Nosso Senhor
Quando te botou carona,
Já te largou redomona
Sem baldas de crença ou cor!

Dizem uns, que te trouxeram
De Espanha e de Portugal
E que neste chão bagual
Criaste novo sentido,
E o que além era vendido
Transformou-se aqui num culto
Onde o dinheiro é um insulto
Com violência repelido!

Tenho prá mim que és crioula
Do velho pago infinito
Onde até o índio proscrito
Egresso da sociedade
Na xucra fraternidade
Dos deserdados da sorte
Não respeita nem a Morte
mas cumpre a Hospitalidade!

Da chaleira casco preto,
E a graxa que dá espeto
Vai respingando na brasa,
É o truco, que a cada vasa,
Sempre está pintando "Flor",
É rancho de corredor